Em defesa da punição dos culpados pelo assassinato de mulheres!
O saite Portogente publicou artigo sobre a prisão do goleiro Bruno, envolvido no assassinato de uma de suas namoradas. Em seguida um leitor chamado Aderaldo (não sei se o nome é verdadeiro), de Brasília postou comentário escandalosamente machista e preconceituoso.
Não pude deixar de me manifestar e respondi:
Por princípio, tendo a não responder às pessoas que parecem se utilizar do anonimato para dizer o que pensam. Aprendi que isso se chama covardia!
Como é possível alguém culpar as mulheres, mesmo após tantos crimes cometidos contra elas?
Basta acompanhar o noticiário para listar quantas foram assassinadas por aqueles com quem tiveram relacionamentos amorosos. Mesmo após a mudança do código civil, alguns homens ainda se sentem no direito de agirem "em legítima defesa da honra".
Não questiona o modelo econômico que incentiva o consumismo, ou a indústria da beleza que induz as meninas a utilizarem o corpo para fazer sucesso. Ao contrário, os mesmos homens que desprezam as mulheres que não estão na forma física proposta pela mídia culpam aquelas que, no vigor da juventude, beleza e seguidoras dos padrões machistas de serem "mulher objeto".
Não é possível que, em pleno século XXI, a mulher tenha que ser responsabilizada por sua própria morte!
Meus pêsames "Aderaldo", mas torço para que você ao menos reflita sobre os acontecimentos. Penso que você tem mãe, irmãs, mulher, namorada ou filhas.....
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sexta-feira, 30 de julho de 2010
quarta-feira, 7 de maio de 2008
Marcha contra a falsa Abolição do 13 de maio
Pessoal,
O Coletivo de Mulheres recebeu um convite para participar da 4ª Marcha Noturna da Educafro
que acontecerá no próximo dia 12 de maio, segunda-feira.
A manifestação é contra os 120 anos da falsa Abolição da escravidão "comemorada" no dia 13 de maio.
A concentração será às 18h30, no início da avenida Ana Costa, próximo à CET.
Vários grupos estarão presentes durante a marcha: Afroketu, Arte no Dique, Tarja Preta e a bateria mirim da Escola de Samba Imperatriz de São Vicente e todos os núcleos da Educafro Baixada Santista e as demais comunidades por ele representadas.
Demais informações podem ser obtidas pelo telefone 3021 6105 ou pelo e-mail: joyce20fernandes@yahoo.com.br
O Coletivo de Mulheres recebeu um convite para participar da 4ª Marcha Noturna da Educafro
que acontecerá no próximo dia 12 de maio, segunda-feira.
A manifestação é contra os 120 anos da falsa Abolição da escravidão "comemorada" no dia 13 de maio.
A concentração será às 18h30, no início da avenida Ana Costa, próximo à CET.
Vários grupos estarão presentes durante a marcha: Afroketu, Arte no Dique, Tarja Preta e a bateria mirim da Escola de Samba Imperatriz de São Vicente e todos os núcleos da Educafro Baixada Santista e as demais comunidades por ele representadas.
Demais informações podem ser obtidas pelo telefone 3021 6105 ou pelo e-mail: joyce20fernandes@yahoo.com.br
sexta-feira, 2 de maio de 2008
Descriminalização do aborto
O projeto lei 1135/91, que prevê a descriminalização do aborto, está na pauta da próxima sessão da CSSF - Comissão de Seguridade Social e Família , da Câmara dos Deputados, que se realizará no próximo dia 07 de maio, quarta-feira, às 9h30.
Trata-se, pois, de uma iniciativa dos fundamentalistas e oportunistas contrários aos direitos e à autonomia das mulheres.
Isto é: precisaremos unir forças para pressionar parlamentares... e, no limite, estarmos preparadas para uma "derrota".
Leia mais
sábado, 22 de março de 2008
Apresentação
Olá,
Este blog pretende ser o espaço de compartilhamento dos debates promovidos pelo Coletivo de Mulheres da Baixada Santista, além de apresentar a pauta de discussão das mulheres feministas.
Os temas se alinham com os defendidos pela Marcha Mundial das Mulheres e as posições posições divergentes serão debatidas e deliberadas pelo grupo.
O Coletivo tem como objetivo reunir as mulheres trabalhadoras, as estudantes e todas as que pretendem alterar a realidade que vivemos, de modo a contribuir com a defesa dos direitos dos trabalhadores e dos setores historicamente oprimidos, dentre os quais as mulheres. Não há igualdade no capitalismo, por isso nossa luta é solidária a todos os movimentos por igualdade social, de contraposição ao capitalismo.
A história das mulheres feministas se confunde com a dos movimentos sociais. Na Baixada Santista foi retomada na discussão e condução do plebiscito sobre a Área de Livre Comércio das Américas, a Alca, reunindo vários segmentos da sociedade civil organizada, durante o ano de 2002 e 2003, inclusive nas manifestações contra a invasão do Iraque.
Criou a Cooperativa Tituba, como resultado do projeto de geração de renda para mulheres, em parceria com o Sindicato dos Bancários de Santos, através da Secretaria da Mulher e a Associação de Mulheres Gemma Rebello, produzindo roupas e acessórios com influência africana.
O Coletivo tem organizado as mulheres nas diversas atividades em nível regional e estadual, promovendo debates sobre as questões de Gênero e Raça, o Aborto, a violência contra a mulher e a Lei Maria da Penha, além de oficinas sobre a opressão das mulheres, durante as comemorações do Dia Internacional de Luta da Mulher.
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